Pesquisa do ESTADIO DO SEU CLUBE

Este relatório expõe os resultados da pesquisa O ESTÁDIO DO SEU CLUBE, realizado pela Arenaplan Consultoria para apresentação no 1o Fórum de Gestão de Estádios e Arenas que aconteceu em São Paulo em dezembro. Faça o download do relatório completo da pesquisa (abaixo).

Esta pesquisa foi realizada durante o mês de novembro de 2013 pela internet com apresentação de alguns dos resultados abaixo durante o 1º Fórum de Gestão de Estádios e Arenas, evento realizado no dia 03 de dezembro, no Expo Center Norte, em São Paulo e organizado pela Arenaplan Consultoria e a Trevisan Escola de Negócios, durante a Sport Infratech 2013, maior feira de infra-estrutura para equipamentos esportivos, organizado pela Real Alliance.

O objetivo da pesquisa foi descobrir e tentar medir a participação do torcedor no projeto da arena do seu clube ou no apoio de uma nova arena ou até a reforma da arena atual e tentar levantar os serviços que estes torcedores gostariam de receber nestas arenas, quanto ele estaria disposto a investir em um plano sócio-torcedor e suas preferências.

A pesquisa foi realizada totalmente pela internet. Os questionários só eram validados se totalmente preenchidos. Eram no total 20 perguntas para preenchimento. Foram utilizadas principalmente as redes sociais como o Facebook e os grupos das torcidas organizadas dos 20 maiores clubes de futebol brasileiros, grupos de profissionais de marketing esportivo, engenharia, administração e tecnologia além de grupos sobre a copa do mundo do Linkedin. Também foram utilizados twitter e e-mail marketing e apoio de grandes organizações ligadas ao esporte. Foram preenchidos cerca de 2(duas) centenas de formulários.

Um dos dados mais interessantes da pesquisa é mostra que 91% dos torcedores chegariam mais cedo ao estádio se houvessem bons serviços para os pais e filhos como bares, sala de jogos e até salão de beleza. 95% dos torcedores gostariam de poder levar a família aos jogos. 87% dos torcedores deixariam o carro em casa se houvessem redes de metrô disponíveis. Outro dado interessante mostra que 55% dos torcedores gostariam de ser sócios do seu clube.

Pergunta Sim Não
Você apoia ou apoiaria a idéia do seu clube construir um NOVO ESTÁDIO ou reformar o atual?

92%

8%

Você gostaria de levar toda FAMÍLIA em jogos menos atraentes, mas com bons descontos?

95%

5%

Você gostaria que tivesse uma SALA DE JOGOS para crianças no estádio?

72%

28%

Você gostaria de ter um CARTÃO DE CONSUMO que paga sem senha para carregá-lo em casa e ter filas especiais e mais rápidas no estádio?

92%

8%

Você chegaria mais cedo se houvesse SERVIÇOS de qualidade no estádio como bares, lojas, sala de jogos e playground para crianças e até salão para mulheres?

91%

9%

Você gostaria que houvesse um SHOPPING CENTER e museu do clube integrado ao estádio?

91%

9%

Você deixaria o CARRO em casa se houvesse uma estação de metrô ao lado?

87%

13%

Você se interessaria em pagar um CAMAROTE, sabendo que a mensalidade poderia até estar acima de R$400 p/mês por pessoa?

13%

87%

Você é SÓCIO do seu clube?

40%

60%

Você gostaria de ter outro PLANO SÓCIO-TORCEDOR pra cada membro da FAMÍLIA c/grandes descontos para cada filho e esposa?

79%

21%

Se o seu clube tivesse um SITE COM NOTÍCIAS, vídeos e matérias diárias, bem completo, você deixaria de ler outros canais com notícias do seu time?

39%

61%

Você mora numa capital (região metropolitana) ou no interior?

86%

14%

Detalhando por torcida o resultado foi este abaixo. A torcida do Flamengo, talvez animada com a possibilidade do título da Copa do Brasil votou em peso em uma arena com 80 mil lugares. A torcida do Atlético-MG também teve um índice um pouco acima para a mesma capacidade, mas de uma forma geral é coerente em tamanho da sua arena própria. O restante das torcidas foi mais coerente. Resumindo, um percentual maior de torcedores das torcidas do Atlético-MG, Corinthians e Grêmio gostariam de ter uma arena para 50 mil pessoas.  As torcidas do Palmeiras e São Paulo se dividiram ao indicar a preferência por ter um estádio para 40 e 50 mil lugares. A torcida do Botafogo tanto faz 30, 40 ou 50 mil lugares. A torcida do Fluminense se dividiu entre ter um estádio pequeno de 20 mil lugares ou 40 mil lugares, indicando talvez a possibilidade de ter um estádio reformado em Laranjeiras. A torcida do Vasco e Santos preferem uma arena para 40 mil lugares.

Acompanhe na tabela abaixo a preferência de cada torcida:

Capacidade de assentos sugeridos pela torcida

Capacidade em Assentos (milhares)

Clube

20

30

40

50

60

70

80

Atlético-MG

33,3

44,4

22,2

Botafogo-RJ

25

25

25

12,5

12,5

Corinthians-SP

4

16

48

12

4

16

Flamengo-RJ

10

20

70

Fluminense-RJ

25

12,5

25

12,5

12,5

12,5

Grêmio-RS

25

13

50

13

Palmeiras-SP

4

40

40

8

4

4

Santos-SP

14

43

29

14

São Paulo-SP

5

21

21

16

11

26

Vasco da Gama-RJ

28,5

43,0

28,5

Não foram realizados pesquisas de rua, somente pela internet.

CLICK E BAIXE O RELATÓRIO COMPLETO
Relatorio_ARENAPLAN_oestadiodoseuclube[1]

Fonte: Arenaplan Consultoria
http://www.arenaplan.com.br/site/index.php/relatorios-arenaplan/131-pesquisa-o-estadio-do-seu-clube

As pesquisas comprovam: Família é o segredo para mudar o futebol brasileiro

Todos nós já sabemos o que temos que fazer para aumentar a média de público nos estádios, aumentar o faturamento dos clubes e dos gestores das arenas além de diminuir a violência no local do jogo. A solução é óbvia: A família! As pesquisas comprovam estes números.

Os acontecimentos em Joinville durante a partida entre o Vasco e o Atlético-PR foram apenas mais um entre as dezenas de problemas graves que teimam em se repetir e os responsáveis pelo nosso futebol teimam em fechar os olhos. Não há mais condição de segurança para ir aos estádios sem que possamos punir estes bandidos claramente. Além de fichá-los e penalizá-los juridicamente falando, eles deveriam ser responsabilizados financeiramente. Eles são responsáveis pelo imenso prejuízo que os clubes e o futebol brasileiro estão tendo. Muitos clubes ainda insistem em dar dinheiro para as organizadas. Se os clube o fazem eles também deveriam ser punidos. Comprovado o pagamento para a torcida o clube já deveria ser punido antecipadamente.

Houve uma época em que eu também acreditava nas organizadas. Mais jovem eu mesmo já fui parte de algumas delas fora da minha cidade natal. Conheci muita gente bacana. A maioria das torcidas fora da cidade natal tem um ótimo comportamento. Mas hoje portar uma camisa de uma delas pode desencadear nos adversários uma reação absurda. Uma questão romântica em mim teimava em acreditar que haveria um caminho. Mas está claro que precisamos promover mudanças radicais. A suspensão de ida aos estádios aos indivíduos que causaram tumulto ou participaram de brigas  não serão o suficiente a meu ver para acabar com o histórico problema  social existente.  Uma enquete realizada pelo jornal Super Esportes mostrou que 96% dos cruzeirenses são a favor da extinção das torcidas organizadas.  A solução de tudo isso está nos bons exemplos. 95% dos torcedores querem levar suas famílias aos jogos se houvessem bons descontos, segundo uma pesquisa realizada pela Arenaplan Consultoria: “O Estádio do seu Clube” pela internet e pelas redes sociais, antecedendo o 1o Fórum de Gestão de Estádios e Arenas, que aconteceu no dia 03 de dezembro em São Paulo, organizado pela Arenaplan Consultoria e a Trevisan Escola de Negócios. 91% dos que responderam a pesquisa gostariam de chegar mais cedo se houvessem serviços de qualidade como bares, playground para as crianças e até salão de beleza para as mulheres. Durante o Fórum o presidente do Botafogo FR, Maurício Assunção mostrou que quase 40% do público entra no estádio Engenhão faltando menos de 30 minutos para o jogo. Em um jogo contra o Flamengo este índice chegou a quase 42%. Não há catraca suficiente para aguentar o fluxo de torcedores de última hora, o que formam filas enormes na entrada do estádio.pesquisa1
Muitos destes torcedores e suas famílias estão lá fora, tumultuando o trânsito no local, formando filas na entrada dos estacionamentos clandestinos que param o trânsito para entrada de um novo veículo. Está na hora de corrigir o absurdo que foi proibir o uso de bebida alcoólica nos estádios. Não é este o problema. Precisamos colocar para dentro das arenas as pessoas que querem se divertir. E a família pode ser o início de uma grande mudança. Depois desta organização podemos criar outros setores personalizados. Precisamos segmentar o público e criar áreas dentro das arenas apenas para as famílias. Estes setores deveriam permitir a entrada dos pais com seus filhos ou familiares pelo menos com até 4 ou 5 horas de antecedência. Os clubes podem cadastrar estas famílias pela internet para vender ingressos com benefícios especiais ou brindes e ainda deveria proibir a entrada de camisas de organizadas nestes setores. Não diga que isso não é possível de fazer. A tecnologia está aí para ajudar. Outro dado interessante da pesquisa mostra que 55% destes torcedores gostariam de ser sócios dos seus clubes e 79% teriam outro plano para cada membro da família se houvessem grandes descontos.
Isso tudo faria aumentar a frequência dos torcedores que apenas querem se divertir e ainda atrairiam mais mulheres para as arenas que em pesquisas anteriores ficou evidente que acessam os estádios em menor número. A família deveria ser o foco principal de nossos gestores de arenas e dos clubes. Toda a estratégia de mídia e planejamento de segurança deveriam ser voltados inicialmente para trazer este perfil de público para os estádios. Nossa mãe já recomendava para tomar cuidado com as más companhias e buscar nos relacionar com quem tem boa família. Esta sabedoria pode ajudar a melhorar o nosso futebol.
Márdel Cardoso é diretor da Arenaplan Consultoria. Gerente de projetos, bacharel em Ciência da Computação pela PUC-MG, MIT-Master Information Tecnology pela Fiap-SP, Gestão de Arenas pela Trevisan e Marketing Esportivo pela Uniara. Especialista em estudo de viabilidade financeira de arenas. Professor em Gestão de Projetos e Empreendedorismo pela Uninove de São Paulo. Autor de 2 livros. Idealizador do 1o Fórum de Gestão de Estádios e Arenas.
Twitter: @arenaplan
Facebook: http://www.facebook.com.br/arenaplanconsultoria Linkedin:http://www.linkedin.com/groups/Gerenciamento-Est%C3%A1dios-Arenas-Stadium-and-4894325?trk=my_groups-b-grp-v

Fonte: Arenaplan Consultoria
http://www.arenaplan.com.br/site/index.php/arena-pernambuco-da-exemplo-de-planejamento/143-a-familia-e-o-segredo-para-mudar-futebol

Artigo: CASHLESS, A revolução da Fidelização

O futuro dos meios de pagamento

O futuro das novas e velhas arenas, dos clubes de futebol, de vôlei ou basquete e até dos pagamentos em shoppings e escolas passará por aqui. É impressionante como o Brasil só dá um passo a frente depois que o mundo inteiro passa a adotar uma nova tecnologia. Uma delas é a solução de Cashless, no Brasil chamada de “meio de pagamento”.  Cashless é a forma de receber pagamentos sem dinheiro vivo, seja por uso de cartões de fidelização com apoio da internet ou por meio de celulares, ou até mesmo com cartões com código de barras.
Os tipos de consumo diferentes Existem dezenas de maneiras diferentes de trabalhar o Cashless. O objetivo principal é oferecer comodidade aos clientes e diminuir as filas, acelerando o tempo de pagamento e claro, agregar serviços à fidelização. Talvez este último já tenha virado uma lenda na indústria do marketing esportivo no Brasil. Principalmente quando falamos de clubes de futebol. Os clubes até hoje tentam vender planos de fidelidade, ou melhor, planos sócio-torcedor que agregam apenas o benefício de oferecer descontos nos ingressos. Um serviço que é limitado, que fica sujeito às boas performances do time em campo, e ainda existem planos que nem isso oferecem. O ideal é oferecer mais benefícios e vantagens aos clientes. Afinal pode ser interessante ser associado mesmo não indo frequentemente ao local dos jogos e, ainda assim, utilizar o sistema para realizar pagamentos no shopping que poderia estar ao lado do estádio, participar de sorteios de brindes, ganhar pontos pelo consumo, ganhar ingressos grátis e descontos em uma linha diversa de produtos, seja no local da partida ou em qualquer loja que esteja agregada ao projeto, estando no local ou distante dele. O importante aqui também é surpreender os clientes e fazê-los pensar que ser associado não é para apenas ter uma cadeira no estádio ou ajudar seu clube do coração, mas ter serviços diferenciados. Do consumo à segmentação

O serviço de Cashless já chegou no Brasil há alguns anos, mas de forma disfarçada e tímida nas escolas, seja por uso de cartões com código de barras ou uso de cartões magnéticos, eles oferecem a possibilidade de fazer o carregamento de valores até pela internet. Desta maneira pode-se oferecer um benefício e comodidade aos pais que dão a seus filhos um cartão pré-pago para eles utilizarem nas cantinas das escolas. O segundo benefício oferecido foi acompanhar o consumo dos filhos pela internet. Porém trabalhar os dados de consumo gerados ainda hoje é uma realidade bem distante. No sistema de Cashless tradicional o objetivo é carregar os valores que vai consumir em um jogo ou entretenimento e poder ter filas mais rápidas para pagamento, pois o mecanismo não precisa de senhas. Em geral basta encostar o cartão em um terminal PDV que reconhece o cliente e o seu saldo, realizando o pagamento automaticamente. Este simples processo poderia ser utilizado em qualquer loja, cantina ou restaurante, seja em casas noturnas, escolas, shoppings, ginásios esportivos ou estádios. O mais interessante para o gestor é a possibilidade de trabalhar os dados de consumo, e depois segmentar o público em perfis de marketing diferentes, utilizado depois para campanhas pela internet ou mensagens SMS. Outro benefício imediato é o aumento do consumo nos bares. Filas menores geram mais consumo. Na Alemanha houve mais de 10% de crescimento de receitas após a implantação do serviço.

O CASHLESS no mundo Cada país no exterior tem sua modalidade diferente de Cashless mais utilizada. Nos EUA ainda é muito comum usar um cartão com código de barras para pagar seu consumo em parques, ginásios de basquete ou arenas de futebol americano. Na Europa, eles utilizam mais cartões de proximidade, o conhecido RFID Myfare, com carregamento pela internet, utilizando máquinas caras para carregamento e consulta de saldo dentro do local, semelhantes aos do metrô de São Paulo. Praticamente todos os estádios da primeira e segunda divisão da Alemanha já possuem o sistema. Na Inglaterra estão caminhando nessa direção. No Japão os celulares avançados são a estrela, e eles os utilizam até para pagamento do metrô. No Brasil nenhum estádio ainda usa solução Cashless, nem os novos estádios da copa do mundo. É terrível fazer parte de um país de terceiro mundo. Eu digo isso porque a Arenaplan lançou este mesmo sistema, dispensando as máquinas caras para carregamento e consulta dentro dos estádios, com a tecnologia mais inovadora do mundo, baseado em plataforma Mobile, com PDV´s portáteis para atendimento móvel até nas arquibancadas ou restaurantes e, mesmo assim, ainda precisamos ensinar para nossos clientes o que significa a palavra “Cashless“.

O segredo é o conteúdo e bons serviços Em um país onde se agridem e remuneram mal os professores é difícil querer investir em inovações. Nos EUA e Japão a cultura do “chegar primeiro” é parte do objetivo dos vencedores. No Brasil, mesmo se conhecendo os benefícios, as vantagens e os baixos custos do processo, eles ainda cobram cases de sucesso em um país que nunca gostou de modernidade. Onde arrumar os cases de sucesso? Quem será o primeiro a implantá-lo? No primeiro mundo isso seria uma grande oportunidade. Chegar primeiro é uma bênção dos Deuses. Outro detalhe importante. O hábito de tratar as informações e segmentar os clientes deveria ser obrigatório. Ainda mais em um mercado de entretenimento, como é o futebol. O brasileiro ainda não entendeu que o novo consumidor quer conteúdo. Se você leva para ele serviços diferenciados, usando seu próprio celular, ele poderia ter acesso à programação e dados das partidas, antes, durante e depois do evento. Surpreendê-los com mensagens de brindes para pegar na loja do clube no local, logo após a vitória do seu clube aumentaria sua experiência esportiva. Ações como esta podem transformar um torcedor esporádico em um ávido consumidor de produtos do clube e com presença assídua. Foi assim que a Alemanha atingiu índices de quase 100% de ocupação dos estádios. Interatividade e conteúdo é o segredo do futuro para o esporte. Os gestores poderão comercializar campanhas de marketing personalizadas, baseadas no perfil de consumo do consumidor e ampliar suas receitas. Ninguém colocou isso nos planos de negócio das novas arenas. Os consumidores por si ampliarão sua presença e vão querer cada vez mais serviços. E tudo isso pode começar levando um simples serviço de pagamento fácil para o seu celular.

Por Márdel Cardoso é um dos palestrantes do 1o Fórum de Gestão de Estádios e Arenas. Evento produzido em parceria com a Trevisan Escola de Negócios e acontece durante a maior feira de equipamentos e infraestrutura para o esporte: A Sport Infra Tech 2013. Garanta seu lugar. São poucas vagas. As inscrições estão abertas!

Márdel Cardoso é diretor da Arenaplan Consultoria. Gerente de projetos, bacharel em Ciência da Computação pela PUC-MG, MIT-Master Information Tecnology pela Fiap-SP, Gestão de Arenas pela Trevisan e Marketing Esportivo pela Uniara. Especialista em estudo de viabilidade financeira de arenas. Professor em Gestão de Projetos e Empreendedorismo pela Uninove de São Paulo. Autor de 2 livros.

Fonte: ARENAPLAN CONSULTORIA http://www.arenaplan.com.br/site/index.php/arena-pernambuco-da-exemplo-de-planejamento/110-cashless-a-revolucao-da-fidelizacao

Dados do Setor de ESTÁDIOS E ARENAS (Márdel Cardoso)

mardel
Resultado da pesquisa sobre os desejos dos torcedores ao acessar os estádios. Faturamento dos maiores estádios da Europa.

O conteúdo da palestra de DADOS DO SETOR de Mardel Cardoso pode ser baixado por aqui.
MARDELCARDOSO-DADOSSETOR-ARENAPLAN[1]

Fonte: Arenaplan Consultoria
http://www.arenaplan.com.br/site/index.php/eventos/136-conteúdo-da-palestra-de-mardel-cardoso-dados-setor