Naming Rights cresceram muito de 2 anos para cá. Veja uma tabela com alguns grandes patrocínios já fechados.

O Brasil está começando a entender o valor do uso de uma parceria Naming Rights. Muitos clubes podem ter errado ao construir sua arena primeiro antes de fechar este tipo de contrato de patrocínio, pois poderiam negociar valores maiores.  Contratos fechados antes da arena ser construída tem mais valor pois dá ao patrocinador a condição de sair na frente com relação à nomenclatura. Veja alguns exemplos de grandes contratos de Naming Rights fechados no exterior.

EUA

Time Patrocinador Valor/ANO Prazo
Atlanta Hawks Philips Arena R$19 milhões 15 anos
Queens New York City Field R$40 milhões 20 anos
Meadowlands Metlife Stadium R$32 milhões 25 anos
New Orleans Mercedes-Benz R$20 milhões 25 anos

Europa – Alguns exemplos

Time Patrocinador Valor/ANO Prazo
Arsenal Emirates R$78 milhões 10 anos
Manchester City AbuDabi R$77 milhões 10 anos

Brasil –Status Atual dos Grandes Clubes

Time Quer Problema Proposta Recebida Patrocinador Prazo
Grêmio R$30 milhões/ano Arena Pronta. R$19 milhões/ano Ajax Hol 20 anos
Corinthians R$35 milhões/ano Arena Pronta.
Nome “Itaquerão” pegou.
Nenhuma oficial. ? ?
Palmeiras R$60 milhões/ano Arena quase pronta. Nenhuma ? ?
Internacional Entre R$15 e R$30  milhões/ano Não tem. Arena em construção. De Bancos, montadoras não reveladas. ?

Chevrolet e uma das maiores montadores do Brasil e do mundo, fechou um pacote de patrocino de 20 campeonatos estaduais para 2013, na modalidade naming rights

A General Motors, dona da marca Chevrolet e uma das maiores montadores do Brasil e do mundo, fechou um pacote de patrocino de 20 campeonatos estaduais para 2013, na modalidade naming rights. O acordo inclui (em ordem geográfica norte/sul, oeste/leste, fechando do sul para o centro): Rondônia, Acre, Amazonas,  Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.  Ficaram fora desse pacote as federações de Roraima, Amapá, Pará, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. A federação de Brasília ainda pode vir a entrar, o que não ocorrerá com Pará, Pernambuco e Espírito Santo, que já têm contratos assinados. Com a federação carioca não foi possível chegar a um acordo financeiro.

Os valores envolvidos não foram revelados, mas os comentários, inclusive reproduzidos pela imprensa, apontavam que as federações de menor expressão receberiam entre 150 e 300 mil reais. Como mostra matéria do portal GloboEsporte (aqui)  com o presidente da Federação Piauiense, esses valores são extremamente interessantes e importantes para federações como a presidida por Cesarino Oliveira, que teve uma receita total em 2011 de 272 mil reais. Um aporte de qualquer valor entre 150 e 300 mil reais dá fôlego a essas federações para atravessar o ano sem maiores dramas. Bom, ao menos em teoria, nunca é demais ressalvar.

O acordo total, envolvendo as vinte federações, ficou em mais de 10 milhões de reais, segundo informou o portal UOL, valor razoável para nossos padrões, mas que retornará várias vezes para a montadora na forma de exposição da marca.

Ações paralelas também serão desenvolvidas, como a presença de carros da marca nos estádios, veículos com desconto para uso das federações ou para premiações levadas a cabo pelas federações, e outras mais.

Esse crescimento da presença Chevrolet no futebol pode, ou melhor, deve ter sido influenciado pela assinatura do patrocínio do Manchester United, demonstrando a importância do futebol para a empresa, reforçando sua marca diante de alguns bilhões de pessoas (isso mesmo: bilhões) que são impactadas pelo futebol em todo o mundo. Patrocínios desse tipo, tanto naming rights de campeonatos, como o patrocínio máster de um superclube, como o United, e também o Liverpool em patrocínio menor e limitado, visam muito mais que a camada restrita de consumidores potenciais hoje. Ao atingir adolescentes e jovens, por exemplo, que são grandes consumidores do produto futebol, mas não de automóveis, a empresa está investindo no futuro da marca, conquistando e mantendo um lugar nos corações e mentes de centenas de milhões de pessoas.

A escala é outra e a GM está trabalhando com escalas diferentes. Seguindo o velho princípio do “pense globalmente, aja localmente”, ela patrocina um estadual brasileiro ao mesmo tempo que age globalmente ao patrocinar o Manchester United. Duas faces de uma só moeda.

Fonte: Globo Esporte http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2013/01/10/juntando-a-fome-com-a-vontade-de-comer/

Duas arenas de 50 mil e 75 mil lugares tem movimentado o Flamengo, além de um pequeno projeto na Gávea.

Eles perderam a eleição no Flamengo, mas apresentaram proposta para estádio de 50 mil lugares. Outro projeto de 75 mil lugares também existe. Conheça os detalhes destes projetos.

No Rio, o ex-candidato à presidência Maurício Rodrigues entrou com este projeto na concorrência para sua eleição.
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Este projeto é mais ambicioso: 75 mil lugares:

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Na Rodovia Rio Petrópolis, ou BR 040, Rio – Belo Horizonte e ainda BR 116, destino ao norte e nordeste do País ‘esquina’ com a Linha Vermelha que dá acesso ao centro do Rio e a Via Dutra, o estádio do Flamengo, Arena do Urubu.

Com área total de 408.370 m² e área do projeto com 320 mil m².

Próximo e de fácil acesso e cerca 20mins do centro do Rio, a 40 mins da Barra da Tijuca e zona sul, próximo e fácil acesso também a zona oeste do Rio, Baixada Fluminense, Região Serrana e Costa Verde.

A Arena do Urubu terá capacidade total para 75 mil pessoas com 67.200 lugares para pessoas sentadas, 155 lugares na tribuna de honra, 1.380 lugares na tribuna de canto, 2.200 camarotes para imprensa, 6 lugares para cadeirantes e um público flutuante 4.100 lugares.

Um projeto arrojado e dos mais belos do país, bem diferente dos demais sem criatividade que temos visto por ai.

Fonte: http://olinguarudo.blogs.sapo.pt/87484.html

Projeto de Pequeno Estádio na Gávea
O Flamengo poderá, depois de muito tempo, voltar a atuar em sua verdadeira casa: a Gávea. Um projeto de um estádio para 12 mil pessoas já está nas mãos da atual gestão e será encaminhado para a nova direção.

— Existe uma ideia, ainda embrionária. É um plano para revitalizar o estádio que existe hoje, transformando-o numa arena mais moderna para 12 mil lugares. Traria pouco impacto para vizinhança, pois seria utilizado só em jogos de pequeno porte, no Carioca, em treinos da base. E ainda haveria a construção de um estacionamento adicional. Aquela arquibancada horrorosa viria a baixo e seria erguida uma nova no formato de L — revelou o vice de Patrimônio, Alexandre Wrobel.

Embora esteja deixando a vice-presidência, Wrobel não esconde a animação com os projetos e torce pela aprovação tanto do estádio da Gávea quanto do ginásio. Entretanto, destaca a concretização de ambos não dependerá dele, mas sim de Rodolfo Landim, que o substituirá em janeiro, quando a nova direção assumirá o Flamengo.

— Eu acho espetacular, mas agora está com eles. Meu expediente termina agora, o Landim tem de ver se é adequado ou viável. Estou deixando a pasta por agora. O projeto do ginásio está bem adiantado e eu vou passar para o pessoal da nova gestão encaminhar isso ou não. O outro, do estádio, é embrionário.

Ginásio mais perto

O carro-chefe do Flamengo é o futebol, mas quem está mais próximo de ter uma nova casa e super moderna são os os esportes olímpicos. Há um projeto para a construção de um ginásio para 2,3 mil pessoas sentadas na área onde ficava o posto de gasolina Mengão.

— Ginásio de nível NBA, climatizado. Ele ficaria onde era o posto de gasolina, perto do museu. Está bem adiantado e eu vou passar para o pessoal da nova gestão encaminhar isso ou não — explicou Alexandre Wrobel.

Isso seria viabilizado pela rede de fast-food Mc Donald’s, que abriria uma franquia dentro da arena, avaliada em cerca de R$ 23 milhões.

— É mais ou menos isso mesmo. A gente acabou de formatar isso há pouco, tem uns dois meses. Resolvemos segurar para a próxima gestão. Já tem projeto. Eles (O Mc Donald’s) nos procuraram através de outra empresa (Arcos Dorados). Já tem o projeto, mas não foi levado a conselho. Fonte Zero Hora

ARENA FLUMINENSE ganha forma

Primeiros projetos de Arena para o Fluminense começam a sair do papel nas Laranjeiras com capacidade para 25 mil lugares e 50 camarotes.
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O grupo responsável pela Arena Fluminense, que visa a construção de estádio para o Fluminense   Football Club, anunciounegociação com duas grandes empreiteiras, definiu o logotipo do projeto e idealizou aspectos para tornar a arena rentável.

Uma das empresas, que também está envolvida com reforma de estádio para a Copa de 2014, se dispôs a assumir a construção da Arena e atrair investidores. A construtora apresentará proposta a representantes da ArenaFluminense na próxima semana. A segunda interessada ofereceu ajuda, mas não a edificação do estádio.

O projeto inclui estacionamento, restaurante e hotel, que funcionariam diariamente e estariam a disposição do público, a fim de alcançar o máximo de renda possível.

Para incentivar colaborações e honrar os torcedores que cooperarem com fundos, foi decidido que placas de aço de aproximadamente 10cm de diâmetro serão colocadas nas paredes do estádio com os nomes dos contribuintes.

Os responsáveis pela iniciativa da Arena Fluminense são Matheus Frigols, Bruno Estrela, Lucas Passos, Diego Bachini, Ilan Ramos, Ricardo Florêncio e Erik Dias.

Fonte: Brasil Notícias http://www.espbr.com/noticias/arena-fluminense-ganha-forma

Figueirense apresenta projeto de nova Arena de R$ 300 milhões em SC

Uma arena para 25 mil lugares no lugar no seu estádio atual. Este é o projeto do Figueirense.
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Clube agora busca investidores para viabilizar construção do novo estádio Foto: Figueirense  / Divulgação

O Figueirense apresentou nesta terça-feira o projeto de sua nova arena, com capacidade para 25 mil torcedores. O novo estádio, que será erguido no local do Orlando Scarpelli, deve custar cerca de R$ 300 milhões.

A proposta conceitual da Figueirense Arena foi apresentada na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, após quase dois anos de estudos. O clube catarinense busca, a partir de agora, investidores para viabilizar o projeto.

A direção do time de Florianópolis não apresentou maquetes do novo estádio e fez questão de comparar o clube com outros que vem construindo novos estádios, como Atlético Paranaense, Coritiba, Grêmio e Internacional. O presidente Nestor Lodetti fez um “balanço” dos investimentos realizados no Figueirense nos últimos anos e por vários vezes citou o planejamento como o principal aliado do clube.

“Estamos lançando esse projeto pois queremos que os catarinenses torçam para equipes de Santa Catarina”, disse.

A apresentação da Arena coube ao diretor Leonardo Moura. Ele explicou que o novo estádio, além de abrigar 25 mil pessoas, comportará vagas para dois mil automóveis e contará por um shopping center e praças de alimentação. “Temos um ativo, uma grande propriedade que é o estádio Orlando Scarpelli, mas que não gera lucros ao clube”, disse. “Com a Arena o patrimônio do Figueirense será valorizado e a cidade ganhará um novo complexo de lazer, abrigando shows e eventos diversos do futebol”.

O clube ainda estuda parcerias com investidores para dar início a construção. Durante o evento, que contou com a participação do ex-técnico da seleção Carlos Alberto Parreira, também foi apresentado o projeto Jovem Furacão, que consiste em um amplo acompanhamento dos jogadores das categorias de base. Os futuros craques receberão acompanhamento em vários quesitos, como orientação financeira e educação.

Fonte: Terra (07/03/2012)
http://esportes.terra.com.br/figueirense/figueirense-apresenta-projeto-de-nova-arena-de-r-300-milhoes-em-sc,2729e534bbb9a310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html